Nesse sentido, o corpo humano é a base interna do trabalho com as bioenergias. Do ponto de vista externo, a base do trabalho será o contato do corpo com a natureza intacta (imanência). Dessa conexão entre e corpo e natureza surge o campo de centramento na Psicanálise do Caminho.
Essas compensações emocionais acabam por afastar ainda mais o indivíduo do seu centro, criando fantasias de "felicidade momentânea", que fazem com que o ciclo do desequilíbrio aumente constantemente.
O que se busca, com a Psicanálise do Caminho, especificamente integrando-se aspectos freudianos, junguianos, bioenergéticos e existenciais, é buscar a homeostase emocional por meio centramento do self e da reconexão existencial vivenciada.
Recobrar a homeostase exige esse reconectar-se ao corpo e suas bioenergias, para, a partir daí, acessar a novos sentidos para a vida, com a superação das intoxicações energéticas, emocionais e dos pensamentos e vivenciado novas percepões e sensações de prazer geradas pelo contato com a natureza.
Busca-se assim, uma terapia da melhoria contínua da qualidade de vida, na percepção corporal de prazer que, aos poucos, pode permitir maior saciedade, satisfação íntima e desenvolvimento humano.
